
Com sons diversos, 200 bandas do Norte/Nordeste se inscreveram no maior festival integrado das Américas, o Grito Rock Campina Grande. O número foi além das expectativas e a difícil seleção filtrou apenas 12 desses trabalhos. Número suficiente para agradar todo mundo com os shows. Este ano, o evento não rolou durante o carnaval, mas dias 25 e 26, o Grito Rock Campina mostrará ousadias como Mentes Mutáveis (CG) e Dalva Suada (JP), no Bronx Bar, a partir das 22h.
Além da Paraíba, Alagoas, Amapá, Pernambuco e Rio Grande do Norte estão bem representadas. A galera do Natora Coletivo está nos preparativos finais do evento, que ocorre em mais de 130 cidades espalhadas por nove países antes, durante e após o carnaval. Como definiu o grupo, atuante nas produções de eventos e turnês, o Grito promove um grande giro de bandas de diversos estilos por várias cidades. "A ideia é circular a música nova e de qualidade que temos de Norte a Sul no Brasil, fazer um circuito durante o período, que tenha uma auto-sustentabilidade através da economia solidária, na difusão musical", explica Giancarlo Galdino, membro do Natora.

Senhoritas - PB
O Grito ainda tem uma organização em âmbito nacional da rede Fora do Eixo, que proporcionou a serrana Sex on the Beach tocar em oito palcos em sua primeira turnê no Sudeste e Centro-Oeste brasileiro. Como a maioria dos festivais de música independente, a ABRAFIN também é parceira do Grito Rock, que tem o importante apoio do projeto Toque no Brasil. "Todas essas iniciativas foram criadas com o objetivo principal de organizar a circulação de música no país. E, em alguns eventos desses, já maiores, como o de Brasília, há possibilidades de se conseguir produções e turnês", afirma Giancarlo.
Já o Grito Rock João Pessoa está consolidado com público garantido, a notar pela edição deste ano, realizada pelo coletivo Mundo. O Grito Rock Campina Grande do ano passado detonou por ter surgido ousadamente durante um dia do Rock na Consciência. "Precisávamos tentar, aprender e foi super válido", diz Giancarlo, que ajudou a selecionar as seis bandas que se apresentaram. Este ano, a evolução nos dias, no local e nos trabalhos inscritos mostra a capacidade de organização de um circuito que está se auto-firmando como uma das vitrines de música do Brasil.
Confira abaixo a programação do evento:
DIA 25 DE MARÇO
só não gostei por ser no Bronx.
ResponderExcluiro Bronx, sem dúvida alguma, não tem estrutura para um festival.
concordo.
ResponderExcluirenatão num vai não é??
ResponderExcluiriii mole demais!