quarta-feira, 7 de abril de 2010

Aquecimento Natora: Bandas Convidadas





De volta ao Brasil após alguns meses de muito rock em Los Angeles (USA), os paranaenses Nevilton de Alencar e Tiago ‘Lobão’ Inforzato estão apresentando as composições de Nevilton, e contando com a força do grande baterista 'Chapolla', o trio está mais responsa que nunca. As influências são muitas, entre elas estão os Beatles, Pixies, Cake, Los Hermanos, Hellacopters, Pavement, conhaques baratos e outras boas coisas da vida. Mesmo com pouco tempo de banda com essa formação e nome, já se apresentaram em várias cidades, como Maringá (PR), Curitiba (PR), Joinville (SC), Baln. Camboriú (SC), Florianópolis (SC), Puerto Iguazu (Arg), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Brasília (DF), Palmas (TO), São Paulo (SP), São Carlos (SP), Recife (PE), João Pessoa (PB) e várias outras.
O primeiro disco do trio já está gravado e tem previsão de lançamento para 2010. Bastante aguardado pela critica e público, o trabalho promete manter os rapazes entre as grandes revelações do rock nacional e bastante ocupados pelas estradas do Brasil e redondezas. Aos que tiverem interesse em conhecer um pouco do que há de muito bom sendo produzido no Paraná, &64257;ca aqui o convite... e apreciem sem moderação!!!




"Não há reverb que resista e nem delay que não deseje se misturar aos ecos tribais da surf music. E nos arredores universitários de Campina Grande a tradição não se faz contrária. O saudoso Bondocongó de Jackson do Pandeiro transforma-se em Bodocongó's Pipeline, mostrando que a canoa virou prancha e deu lugar a um dos ritmos que construíram o rock. Com a influência gerada pelas primeiras aparicões da surf music em formato brazuca, a Sex on The Beach sente o cheiro do mar nos primeiros discos do Rei Roberto, permitindo que a fumaça apareça e que a maresia invada o agreste e inunde o sertão, ..isso é surf de açude, pra quem insiste em achar que essa onda só quebra na areia das praias..."

[Por Lucas Moreno]

Quatro criaturas abonináveis, com gostos que variam desde Chapolin à Laranja Mecânica, de Ventures à Surf Coasters, dos Mutantes à Ska. Dois alagoanos, um paraibano e um sergipano se misturam em Campina Grande(PB) para formar o som instrumental da Sex On ThE BeaCh, regado a Surf Music e Rock'n Roll.

"...Os garotos montaram no final de 2008 a puramente instrumental Sex On The Beach. São influenciados por muito beebop, jazz e surf music. Performáticos, de ternos e óculos escuros, a banda parece saída de algum filme do Tarantino e atacam uma ótima versão para “Misirlou”, música grega que ficou famosa mesmo em Pulp Fiction..."

[Festival Maionese - Maceió - AL]





A banda Plástico Lunar é composta por cinco jovens se juntaram em 1998 para tocar rock’n roll. Na época, o grupo era chamado de Plástico Solar e assim ficou conhecido até 2001. Com a saída de um integrante, a banda foi reapresentada sob a nomenclatura de Plástico Lunar. No entanto, a inspiração continuou vinda dos anos 60. Dois EP’s (discos com poucas faixas para divulgação) e um álbum são o saldo deste grupo que, segundo o baixista, fazem músicas que retratam a experiência cotidiana de seus integrantes. “Trabalhamos temas diversos, mas damos ênfase ao estado psicológico do ser humano. Mas vamos buscar nossas influências no rock antigo para inovar e construir o nosso trabalho”, explica Plástico Júnior.




Embora exista desde 2001 como banda cover, somente em 2007, após algumas mudanças na formação, a Hijack, de Campina Grande / PB resolveu apostar nas próprias composições, e lança em 2008, independentemente e no revolucionário formato SMD (Semi Metalic Disc), seu primeiro trabalho, trazendo 10 faixas de um rock objetivo e um tanto pretensioso. Prezaram bastante pelos arranjos, deixando qualquer fórmula ou cafonice de lado, usando muitas vezes de virtuosismo, graças ao tremendo guitarrista Giordano Frag (cujo estúdio serviu de útero na concepção do álbum) e seus solos cortantes, e letras simples que tentam não desviar a atenção do elaborado instrumental. A banda se mostra tão coesa quanto em suas apresentações ao vivo, que são bastante elogiadas devido à energia dos integrantes no palco, que além do guitarrista solo conta com os irmãos Daniel Spiker e Doug, na bateria e guitarra, respectivamente; e André Guedes no baixo e vocal, um dos fundadores da banda e o único integrante da primeira formação. Até agora apresentaram seu trabalho autoral abrindo o show de Dr. Sin, em agosto de 2007; no I Festival de Música Universitária, em maio de 2008, junto a banda Cascadura; abrindo para Nando Reis e Biquíni Cavadão, em março de 2008; para Natiruts e O Rappa, em julho deste mesmo ano, e ainda participando do III Festival Aumenta Que É Rock, que contou com a participação de nomes como Forgotten Boys, Mukeka Di Rato e Torture Squad. Em 2009 junta-se ainda ao Coletivo NaTora, o qual faz parte do Circuito Fora do Eixo, buscando seu espaço no cenário independente. Nada mau para esse novo começo de uma banda que agora tentar fazer sucesso com suas próprias músicas.




...lembra daquela rosa que o Pequeno Príncipe cuidava no asteróide B612? Pois é. No caso, são duas. Daria mais trabalho, portanto. Não sobrasse macho na Mini Box Lunar. O pano de fundo, porém, não muda muito. Viajam, eles. Longe. Bem pr..além do mundo da lua. Em vez de lançar demo, por exemplo, como qualquer outra banda, lançaram logo DVD. Aí que tá. Não são como outra qualquer. Três meses depois da supernova, já tavam tocando em festival. Não queira beber da água da fonte que eles bebem, impunemente. É doce, sumano. Dizem uns, "Jefferson Airplane com Calypso". Trocaria a Calypso por um bom Rossi. E colocaria - no lugar de um teco-teco, que eles andam é de foguete - Júpiter. Marte, pra quem já tá vagando pelo espaço, é pouco. Quando se trata de quantics, babe, não tem essa de limite. Tudo são possibilidades. Uma jukebox do tempo-espaço. (Resenha por Caco Ishak)




O Bugs surgiu em 2002, na cidade de Natal (RN). Com pitadas de Who, Blur, MC5, cinema, literatura e psicodelia, no mesmo ano, lançaram o EP “Je Suis un Révolutionnaire”, pelos selos Mudernage/Solaris Discos.

Em 2003, a banda lança o CD “Bugs”, pela Mudernage. Com a repercussão do seu trabalho, a banda colhe boas críticas da imprensa especializada e inicia suas atividades além das fronteiras do RN.

Como momentos marcantes da trajetória da banda pode-se citar a participação no Festival Porão do Rock, em Brasília (DF); Participação no programa Canta Brasil transmitido pela FM Palermo em Buenos Aires – Argentina; Shows no Abril Pro Rock (PE), Feira da Música de Fortaleza (CE). Festival Mundo (PB), Virada Cultural de São Paulo (SP) e apresentações em diversas edições dos Festivais potiguares MADA e DOSOL.






A Post Mortem é uma banda de Death/Thrash Metal surgida em 2005 na cidade de Campina Grande – Paraíba com influências de bandas de renome internacional como Megadeth, Testament, Kreator, entre outras. Possui letras baseadas em conflitos sociais e comportamentais, com foco na insanidade e agressividade humana. A banda começou como um projeto de banda cover do Megadeth, com a formação de Henrique Melo (vocal), Alan Cruz e Richard Senko (guitarras), Jean Philippe (baixo) e Marsell Senko (bateria). Após alguns shows como Megadeth Cover começamos a criar nossas próprias músicas, e foi quando Henrique foi substituído por Glauber Ancelmo, que ficou na banda durante 2 anos. Durante esse período, a banda já se intitulava Post Mortem. No início das gravações da Demo Escape From Nightmare, Glauber saiu da banda e logo Jean Philippe assumiu os vocais. Essa formação é a mesma desde o início de 2008. O repertório da banda consiste nas músicas que estão sendo gravadas na nossa primeira Demo e alguns covers de Bandas como Iron Maiden, Destruction, Kreator, Venom, Death, entre outras. Com isso o show possui um tempo aproximado de 1 hora. A Post Mortem já participou de vários shows em Campina Grande, assim como em João Pessoa (Festival de Inverno, Rock na Consciência, 1 e 2º Movimento AMP) tocando juntamente com bandas do Nordeste (como Terrible Force, Infected Mind, Oddium, Bonebreaker entre outras), como também bandas de grande presença nacional (como Malefactor).


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