Vindos do México, a banda instrumental Cabezas de Cera traz consigo um som próprio ao misturar um pouco do folclore mexicano com a experimentação do rock e tantos outros ritmos que já fazem parte da cultura internacional. O trio se utiliza de instrumentos diversos como guitarra de 12 cordas, violão, tricórdio, sax, flauta, controlador midi e percussões eletrônicas e acústicas para criar uma música envolvente. Mauricio Sotelo, Paco Sotelo e Ramses Luna transpõem narrativas do visível para o sonoro. A cada mudança de música ao vivo, um novo instrumento musical vai sendo incorporado para compor a trama e, assim, a banda vai demonstrando suas influências musicais. Cabezas de Cera já tem 15 anos de existência, seis discos e um DVD, sendo seu trabalho mais recente o album “Hecho en Mexico”, de 2007.
Com bases eletrônicas potentes em um set explosivo, o repertório resgata os sons eletrônicos dos Seletores de Frequência - já que hoje a banda toca 100% orgânico em suas apresentações. Músicas como Enxugando Gelo e Dorobô são tocadas em suas versões originais.
O SoundSystem também traz as célebres parcerias desenvolvidas pelo rapper ao longo do tempo, como "Sorriso Aberto"[Digital Dubs], "Fundamental" [Marcelinho da Lua] e "Caixa Preta" [Curumin]. E o Trio também traz boas novas, como os experimentos originais na mescla de Samba de Raiz com Funk Carioca e Reggae..
O negocio é esse: música pra dançar, pra se mexer e para pensar; tudo junto...
O Burro Morto surgiu mutilado, teve seus retalhos re-costurados e agora percorre os caminhos sonoros atento às cores e nuances. Respira groove, enche os pulmões de psicodelia, entorta os compassos e regurgita melodias inusitadas.
A inspiração vem do sangue que passeia pelas veias negras da terra antiga, que sai de Lagos, passa pelas dunas de areia escaldante, chega a Addis Ababa, escorre pelos ouvidos jazzistas no norte, desce ao estômago do deep funk e deságua novamente no terceiro mundo. É África-Brasil, via o jazzy groove gringo.
Esse emaranhado de cabos, filtros, delays, climas, cinismo e subversão é manipulado por cinco mentes ácidas: Haley (microkorg, escaleta, orgão), Daniel Ennes Jesi (contrabaixo), Ruy José (bateria) e Léo Marinho (guitarra). Nos idos de 2007 lançaram um EP, Pousada bar, tv e vídeo, com o qual conquistaram almas e mentes worldwide.
Em 2008, o grupo finalizou seu segundo EP, “Varadouro”, lançado digitalmente pelo selo californiano One Cell Records. Através da excelente repercussão do EP, o Burro Morto realizou uma bem sucedida turnê em São Paulo, tocando em casas como CB Bar, Studio SP, Berlin e Bleeckers Street, além de ter participado do projeto “Agulha, bolachão e microfone”, no Sesc Pompéia. Participou também da Feira da Música, em Fortaleza – CE, e do festival Coquetel Molotov, em Recife, um dos festivais mais renomados da cena independente. Fechando o ano, participou do Festival Universo Paralello, na Bahia. Uma de suas músicas integrou uma coletânea lançada pela Revista +Soma, a “+Soma Amplifica”, a qual teve tiragem de 10.000 cópias e foi distribuída gratuitamente em diversas capitais do país. Recentemente, o Burro Morto teve o projeto de produção do seu primeiro álbum aprovado pelo Pixinguinha, programa cultural da Funarte e Ministério da Cultura, que será executado em 2009.

SEX ON THE BEACH(PB)
O rock-and-roll começa a dar as caras também em Campina Grande. Sex on the Beach é o nome de uma ótima banda de surf music instrumental. Surf music em Campina Grande? “Sim, porque não?!”, responde o baixista Marlo Simaskowsk. “O maior festival de surf music no Brasil fica em Belo Horizonte”, acrescenta.
O grupo foi formado em janeiro deste ano, com o nome tirado do famoso drink que Marlo, Diogo Pafa (guitarra), Rômulo Omena (guitarra) e Tonny Lira (bateria) dão a receita no primeiro EP da banda, o divertidíssimo Wanna some Sex On The Beach?. “Vodca”, “Cranberry juice”, “Orange juice”, “Pineapple juice” são algumas das faixas, e dos ingredientes para o drink. “Cranberry juice” traz uma ótima versão para “É proibido fumar”, de Roberto e Erasmo. Os campinenses fazem surf music instrumental, conforme reza a tradição. E fazem bem. Seguem a cartilha de Dick Dale, The Ventures e, mais recente, da banda croata The Bambi Molesters. “Temos influências variadas”, diz Marlo. “Eu gosto muito de Mutantes, Secos e Molhados, Radiohead, Sonic Youth, jazz e blues. Outros gostam de ska e outros de hardcore e por aí vai”. Os ingredientes, claro, estão destilados em um dos mais empolgantes sons atuais da Paraíba."
"Não há reverb que resista e nem delay que não deseje se misturar aos ecos tribais da surf music. E nos arredores universitários de Campina Grande a tradição não se faz contrária. O saudoso Bondocongó de Jackson do Pandeiro transforma-se em Bodocongó's Pipeline, mostrando que a canoa virou prancha e deu lugar a um dos ritmos que construíram o rock. Com a influência gerada pelas primeiras aparicões da surf music em formato brazuca, a Sex on The Beach sente o cheiro do mar nos primeiros discos do Rei Roberto, permitindo que a fumaça apareça e que a maresia invada o agreste e inunde o sertão, ..isso é surf de açude, pra quem insiste em achar que essa onda só quebra na areia das praias..."
PATA DE ELEFANTE(RS)
Os três são compositores, o que faz com que a Pata de Elefante soe heterogênea, mas com unidade. Em estúdio a banda procura dar às músicas o que cada uma necessita, priorizando timbres arranjos e execução. Ao vivo, "o bicho pega", são performances viscerais! Ao dispensar palavras e optar por canções instrumentais "a Pata segue destruindo e recosntruindo o caminho da música instrumental brasileira de forma marcante e sem volta”, sentencia a jornalista Adreana Oliveira, editora on- line do Correio de Uberlândia e que acompanha de perto o cenário independente brasileiro.
OS THE DARMA LOVERS(RS)
O mundo entrava no turbulento século XXI quando Nenung e Irínia -dois praticantes de meditação - descobrem que suas vozes somadas tem uma vibração extraordinária e decidem fazer canções sobre o que vivem e acreditam, do amor ao desapego, daimpermanência à alegria para inspirar reflexão sem perder a leveza.
Criam então Os the Darma Lóvers (algo como “os amantes do caminho interno”):uma mixagem de folk na tradição Dylanesca comtempero brasileiro, rasgadas de rock psicodélico e colorido pop => estilo, ousadia & poesia. Quase sem querer viram hit no sul do país com a música´Seres Extranhos´ já com a essência diferencial de suas letras e vozes e a partir daí passam a produzir as canções que dão no seu 1º Cd: “Os the Darma Lóvers”, radicalmente acústico e orgânico instantes antes da febre acústica assolar a música mundial: Antecipação.
Seguem-se os shows, o reconhecimento e um novo Cd em 2002, o eletrorgânico “Básico” com as clássicas Bróder Anjo e Sr.da Dança. Em plena ascensão Chagdud Rinpoche - professor tibetano da dupla - convida Nenung para um retiro meditativo de quase 2 anos. Os D.L.s saem de cena: Prioridades.
Voltam em 2005 mais afiados e afinados que nunca já acompanhados de 4nazzo/ guitarra, Sassá/ percussão e Th/ baixo e piano. Gravam o Cd “Laranjas do Céu” com a participação de 12 dos principais produtores do país reunindo um coletivo criativo e inovador. O Cd é lançado na Europa pelo sêlo francês Nacopajaz (www.nacopajaz.fr) por onde Os Lóvers vão excursionar com umaentusiasmada aceitação de público e crítica a ponto de serem apontados pelo jornal Libèration como um dos melhores álbuns de 2008: Universo em expansão.
TOTONHO E OS CABRA(RJ)
TONINHO BORBO(PB)

Idealizado em meados de 2007, em meio a revolução tecnológica, placas, processadores, dar-se início ao PROJETO BINÁRIO, cujo os integrantes produzem suas músicas através de placas de processamento. Procurando ser o mais fiel ao que acreditam, nunca condicionando sua arte a nenhum tipo de padronização industrial ou conceitual.
Nestes 2 anos de participação no rap nacional, tem conquistado espaço no meio, com suas canções que relatam a vivência de cada componente, poesias descontraídas, sempre brincando com a métrica e relatando fatos do cotidiano que a maioria já passou um dia. Já dividiu palco com artistas conceituados como: Fino Coletivo, Tontonho e os Cabra, Marechal, Emicida, Konfluência, Reação da Periferia, Kaya Nativa, dentre outras.
O quarteto também é responsável pela difusão dos fundamentos da sua cultura, ministrando oficinas de rimas, produção de instrumentais, e promovendo batalhas de MCs, mantendo assim o movimento totalmente ativo em sua região.
Prestes a lançar seu segundo CD (A Arte do Código) pelo selo duMATU RECORDS, o grupo participou no final de 2008 do programa BATIDA INVERSA nº 22, rádio apoiada pelo portal BOCADA FORTE (SP) (www.bocadaforte.com.br), um dos sites mais antigos e respeitado do Hip Hop nacional.
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Apoio:

só faltou o dia de cada uma das atrações :)
ResponderExcluirO primeiro cartaz do post tem a programação com as datas!
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