
Nublado é indie rock com dramaticidade bem calcada no Radiohead, no Muse, que esbarra numa espécie de pós-grunge e em sua "melodiosidade". Com quase três anos de formação, a banda tem na bagagem dois EP’s– Nublado e o recém lançado Vôo Livre. Tocou em Festivais como o Rock Cordel e Feira da Música (ambos em Fortaleza), Palco ABRAFIN/Fora do Eixo no Porto Musical (Recife), Festival Mundo (PB), MADA(RN), Warm Up do Festival DOSOl e Petrobrás nas Ondas do Rock, evento no Rio de Janeiro que funcionou como seletiva para o festival Goiânia Noise.
A Nublado chama a atenção pelas suas melodias bem trabalhadas e que grudam na cabeça, características estas que, junto com o trabalho diário que fazem para fomentação do mercado independente de sua cidade, chamaram a atenção de jornalistas e de sites como PopUp! (No qual a banda foi artista do mês), Samba Punk e Trama Virtual.
A banda começou com a iniciativa de Thiago Brandão (voz e guitarra), que já com 12 anos de idade se apresentava pelos bares de Piedade e Candeias (PE) nos intervalos dos músicos das casas locais. Tocava os clássicos do rock internacional, como o Dire Straits, Pink Floyd, Jimi Hendrix etc.. Os vídeos dessa fase inicial podem ser conferidos no site no site www.thiagobrandao.com.br.
No entanto, com o passar do tempo, surgiu a necessidade de mostrar as veias do rock n’ roll e a vontade de produzir músicas mais trabalhadas. Com isso veio a idéia de montar uma banda do gênero - bateria, baixo e guitarra... E assim nasceu a Quarto Astral, que começou tocando covers (mas formando seu repertório já com algumas músicas autorais) pelas casas de shows do centro do Recife. Já passou por diversas formações, concretizando-se com a atual: Thiago Brandão na voz e guitarra, Bruno Gambarra no baixo e Bruno Henrique na bateria.
A Quarto Astral busca explorar o rock em sua essência, tal como era feito nos anos 60 e 70: psicodelia, rock n' roll e progressividade regadas com muitos solos de guitarra e improvisos, sem o rumo tradicional de início, meio e fim, mas sim com um início... e um fim na hora certa. Suas letras tratam do elemento natural e humano, suas interferências e discrepâncias, quatro dimensões coerentes com a realidade (ou não), cantadas pelas três vozes da banda, em inglês ou português. Seu primeiro EP, auto-intitulado como 4th Astral, foi gravado em 2009, ao vivo, no Studio Via Brasil com Fábio Casé na gravação, mixagem e masterização.
Em setembro de 2009, a banda iniciou sua parceira com o Lumo Coletivo e, conseqüentemente, com o Circuito Fora do Eixo – grupos que, por meio do cooperativismo, da economia solidária e outros embasamentos dentro desta ideologia, buscam a troca de bens e serviços culturais. A idéia é facilitar o intercâmbio e a produção cultural em Pernambuco e nas zonas externas aliadas ao Circuito Fora do Eixo, distribuídas por mais de 40 coletivos por todo o Brasil.
Entre um ponteiro e outro. Uma dose e outra. Um cigarro e outro. Entre amigos. Composições à meia luz e fúria íntima entre cortinas de veludo vermelho. Burton na tela, blues na vitrola, Baudelaire na estante, Chet Baker na cama. Salto alto para as damas. Mais uma dose para os cavalheiros. Um fósforo para começar o incêndio. Um trago de dor nos nervos. Uma dose de sangue nos olhos. Duas guitarras, uma bateria, um baixo, e vocais em todas as direções. Grave, agudo, libertino e melancólico. Fantasia, fobia e febre. Sexo, sombra e saudade. Para tomar um café. Para curar a ressaca. Para manter a embriaguez. Para ouvir, dançar e morder. Violet. Enivrez-vous sans cesse.
A Violet surgiu em João Pessoa, no início de 2009, com sua formação atual:
Antônio – baixo e vocalDaniel – guitarra e vocal
Danilo – bateria
Leonardo – guitarra
Raquel – vocal
No segundo semestre de 2009 a banda entrou em estúdio, e no início deste ano lançou seu primeiro EP, homônimo, com 5 faixas autorais que bebem livremente em estilos como blues, jazz, rock, alternativo e experimental. As letras, em inglês e português, versam sobre a luxúria, ira e o demônio residente em cada um. Sangue nos olhos em veludo vermelho. Mesmo com o repertório em formação, a Violet já fez seu primeiro show. Em Recife, no Espaço N.A.V.3, em 31 de Janeiro deste ano. O show foi muito elogiado pelos organizadores do evento, assim como pelos proprietários do espaço e público presente.
Agora a Violet se prepara para sua segunda apresentação, no Grito Rock em Campina Grande, no próximo dia 14. E que venha a festa da carne.

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